SOL POENTE

 
 
Há névoa sobre os horizontes
e o sol poente é nos meus olhos.
Abro espaços na beirada dos caminhos
que sigo, tropeçando abrolhos,
para tocar o mais alto dos montes.
Lá, onde a árvore estende os braços
e oculta, preciosamente, os ninhos.
Ao longe, o murmurar suave das fontes
onde se perde a dança dos meus passos
fustigados de cansaços e de espinhos…
 
Encosto-me às janelas dos meus olhos
e eles fecham-se em quedas de água
ora doce, ora salgada.
 
By: Mia
 

1 comentário a “SOL POENTE”

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